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Hegel e a dialética do Facebook: As redes sociais e as formas de escravidão virtual

Estamos na Internet para nos ligarmos ao conceito hegeliano de “espírito do tempo”. Temos a impressão (não de todo errada) que o tempo e a história são representados pela Internet e não participar disso fere nossa humanidade. A rede social é a sala de estar do mundo. Nela sabemos do que precisamos e não precisamos saber e a punição por não participar é o medo de não ser reconhecido. E nada assusta mais as pessoas do que passar em branco.

E uma vez dentro da rede você é o Escravo que encontrou no trabalho o sentido da sua vida. Produzir conteúdo para as redes é agora o seu prazer. Você não vê mais as correntes. Não há rede sem usuário, não há senhor sem escravo.

Você é livre, a internet é sua, e você não é pau-mandado de ninguém.

Texto bem bacana…